Último dia para inscrever-se para o voto antecipado. Como pode fazer?
- 08/01/2026
Terminam, esta quinta-feira, dia 8 de janeiro, as inscrições para o voto antecipado em mobilidade, para os eleitores que não possam deslocar-se às urnas no próximo dia 18.
Acaba também hoje a votação antecipada para eleitores recenseados em Portugal que se encontram deslocados no estrangeiro.
As eleições presidenciais, sublinhe-se, estão marcadas para dia 18, podendo os eleitores votar antecipadamente em mobilidade uma semana antes, a 11 de janeiro.
Segundo a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, os eleitores que pretendam votar antecipadamente em mobilidade devem manifestar essa intenção no site votoantecipado.pt ou por via postal entre 4 e 8 de janeiro.
Para votar antecipadamente em mobilidade, deve escolher o município em que pretende exercer o direito de voto e inscrever-se. Para tal precisa de ter a seguinte informação:
- Nome completo;
- Data de nascimento;
- Número de identificação civil;
- Morada (correspondente à do recenseamento eleitoral);
- Contacto telefónico e, sempre que possível, endereço de correio eletrónico.
No dia do voto antecipado em mobilidade, deve dirigir-se à mesa de voto onde escolheu votar e levar consigo um documento de identificação, indicando a freguesia onde está recenseado. Existirá uma mesa de voto antecipado em cada município do continente e das Regiões Autónomas.
Já na mesa de voto, são-lhe entregues um boletim de voto e um envelope branco. Deverá, então, assinalar a sua escolha no boletim, dobrá-lo em quatro, colocá-lo no envelope branco e fechá-lo.
Este envelope, explica a Comissão Nacional de Eleições (CNE), é colocado noutro azul onde vão ser escritos o seu nome e número de identificação civil e a freguesia e posto de recenseamento, se houver, em que está inscrito. Este envelope é fechado e protegido com uma vinheta cujo duplicado lhe vai ser entregue e serve de recibo.
Caso se inscreva no voto antecipado em mobilidade e depois não consiga ir votar, poderá votar no dia da eleição - ou seja, a 18 de janeiro - na assembleia ou secção de voto onde se encontra recenseado.
Sublinhe-se que o vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março de 2026.
Caso nenhum dos candidatos tenha maioria absoluta, haverá uma segunda volta a 8 de fevereiro, à qual concorrerão apenas os dois candidatos mais votados.
















